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Estamos gravando a 4ª Temporada do Programa Chefs do Apetite. Empresas interessadas em apoiar culturalmente, ou em fazer parcerias, por favor, entrem em contato pelo Cel/Whatsapp (11) 9 9986-2438.
A lucratividade de um negócio de alimentação está no não desperdício, sobretudo, na compra bem feita, no comprometimento dos colaboradores, na produtividade alcançada em escalas de trabalho planejadas etc.
Evite tropeços na hora de buscar um serviço adequado de comunicação para o seu empreendimento

 

 
 Artigo Chefs do Apetite

Estratégias para o gerenciamento de suprimentos do restaurante

 

O departamento de suprimentos de um restaurante responde por uma fatia significativa do controle de custo da operação, em torno de 35%.Nele estão ancorados diretamente os elementos de custos diretos do serviço, especialmente a matéria prima. Uma gestão adequada deste setor tem forte influência no resultado financeiro da operação

16/11/2016
Por Caroline Gargantini. Texto e foto: Assessoria de Imprensa
Por Caroline Gargantini* 
 
 
O ideal é saber comprar com bons preços, negociar prazo de entrega, condições e prazos de pagamentos e ter um teto de gastos, conforme o faturamento. Hoje, crescem cada vez mais os chamados grupos de compras, onde as empresas se juntam para comprar mais e com preços melhores, o volume é importante para a formação deste preço. Vale a pena pesquisar, encontrar e fazer parte desses grupos.
 
Estratégias para a gestão de suprimentos, o famoso ganha-ganha
Tanto para o fornecedor quanto para o comprador essas orientações são válidas. Existem estratégias negociais que se baseiam em três elementos vitais, onde temos: informação, tempo e persuasão. Logo, quem souber planejar melhor, consequentemente, terá o controle desses três elementos e será mais assertivo em qualquer negociação.
 
Um bom negociador conhece sua concorrência, seus preços e prazos, seus produtos e seus clientes (principalmente, o que compram e quando compram). Estuda, frequentemente, o mercado e suas oscilações. 
 
Essa forma de negociação ganha-ganha gera um clima de confiança. Possivelmente, nenhuma das partes consiga um acordo suficientemente vantajoso, porém ambas as partes sairão satisfeitas.
 
Indicações úteis
Faça um planejamento por escrito de suas ações, evitando assim, desvios, falhas ou improvisos. Tenha foco. Tenha sempre em mente o tipo de negociação ganha-ganha, onde, para chegar ao objetivo, todas as partes envolvidas precisam ganhar em algum ponto, ou seja, você também precisa ceder. A estratégia dever ser pautada e adequada às necessidades reais das partes.
 
A importância da visita técnica, da rastreabilidade na origem do produto com vistas à garantia da qualidade do produto final
Visita técnica é uma metodologia de trabalho que visa nortear a visita do consultor técnico e apresenta às empresas os parâmetros com objetivo de buscar um serviço de perfeição. Também esclarecem os lugares/ pontos que devem ser verificados num procedimento aliado aos bons padrões de qualidade.
 
Para as empresas, essa transparência na atuação do consultor, traz várias vantagens, dentre as quais se realçam: a nitidez em relação aos indicadores de qualidade que estarão sendo avaliadas, as atribuições do profissional contratado - o que se deve disponibilizar a ele e o que se deve esperar. Não se trata somente de cumprir a lei, mas aproveitar todas as vantagens que o nutricionista traz para o seu estabelecimento.
 
Em relação à rastreabilidade de Frutas, Legumes e Verduras - FLV (rótulos com código de barras) é por meio desse elemento que o consumidor tem conhecimento de quem, onde e como o alimento foi produzido. E não somente os consumidores têm vantagens com essa identificação, o produtor também pode se beneficiar. Pois, por meio do código de barras, ele consegue identificar em qual estufa ou plantação ocorreu um possível problema e em qual lote, minimizando suas perdas. Logo, com todas essas informações, o produtor consegue fidelizar o cliente mostrando que seu alimento tem qualidade e é seguro.  
 
Controle de Estoque
“Mercadoria parada gera prejuízo”, máxima consolidada nas empresas, e não é diferente no restaurante. Mercadorias paradas, por um prazo muito extenso, podem ser prejuízo. Saber dosar a margem de segurança do estoque com a produção e uma análise minuciosa e bem planejada pode determinar um controle eficaz do estoque.  
 
Um bom controle de estoque passa por um planejamento e um estudo detalhado do estabelecimento. As fichas técnicas são importantes para determinar a quantidade usada de cada ingrediente em cada prato, a análise de vendas é importante para saber o que os consumidores compram e gostam. Aliados a isso, está o departamento de compras, que precisa determinar as quantidades máximas e mínimas de cada produto do estoque e fazer compras conforme a necessidade.
 
A importância da tecnologia para o controle eficaz de estoque e as consequências da alteração de cardápio no planejamento de compras 
O controle de estoque precisa ser feito de forma informatizada. Cada produto tem seu código de barras e é acompanhado até sua transformação em iguaria.  Por exemplo: o produto tomate da entrada no estoque recebe uma identificação, e é armazenado na câmara fria. Na cozinha, entra um pedido de salada de tomate. A cozinha confere a ficha técnica e pede os ingredientes para o estoque. O estoque processa a saída do tomate e a cozinha dá entrada na mercadoria. Quando o prato é finalizado, o tomate se transforma em salada e é contabilizado em vendas.
 
A alteração de cardápio interfere no planejamento do setor de compras, nas estratégias de negociação e como consequência o preço da matéria prima. A alteração de cardápios precisa ser definida com antecedência para gerar lucro para a empresa ou minimizar os possíveis problemas.
 
Capital de Giro – teto seguro de compras deve girar em torno de 30%
Em relação à queda no capital de giro, qual seria o limite em termos percentuais em relação ao faturamento, para o gestor ter segurança no planejamento estratégico de suprimentos, de forma a não comprometer seu planejamento de compras e estoque?
 
Deve-se ter um mente e, em uma planilha sempre atualizada, todos os gastos da empresa e o quanto eles pesam no faturamento. O ideal é ter um percentual teto nos custos com suprimentos e de todos os elementos que compõem a planilha (despesas e custos). Para compras o teto deve ficar em torno de 30%, por exemplo. 
 
Caroline Gargantini é consultora para empresas de alimentação. Graduada em Nutrição pela Universidade São Judas Tadeu/SP e com MBA’s em Gestão Empresarial e Marketing pela Universidade Paulista – UNIP.  Pós-graduada em Gestão da Qualidade e Controle higiênico-sanitário pelo Instituto Racine. Também realizou cursos de Marketing e Gestão de Pessoas na Fundação Getúlio Vargas – FGV. Sócia-diretora da Conceito Equilíbrio onde atua com Marketing Experimental e na abertura e reestruturação de negócios na área de alimentação e otimização dos resultados ocupacionais. Também atua na área comercial e coordena projetos.
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EM BREVE!

Livro Amor Compartilhado, Sabor Redobrado - Receitas para o bem comer, elaboradas pelo chef Daniel Sene

 

 

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